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segunda-feira, 13 de maio de 2013

Uma Nova Era!!

Este é um post atrasado...mas por um ótimo motivo!

Em 28 de abril fui com papai e mamãe a uma palestra do Divaldo Franco, aqui no Riocentro, promovida pelo MAP - Movimento do Amor ao Próximo. O tema era "OAmanhecer de uma Nova Era" e o conteúdo foi exatamente o que o tema prometia: um banho de esperança e muitas vibrações positivas para quem está enfrentando estes tempos de mudanças tão intensas sem se deixar levar pelos extremos a nossa volta!

Olha aí a prova do crime, meu pai e minha mãe, todos felizes e lindos de crachá e tudo!! Um domingo maravilhoso!!




O que eu não sabia era que o tema era, na verdade, o título de um novo livro do Divaldo, ditado pelo espírito Manoel Philomeno de Miranda, editado em fins de 2012 pela Leal Editora.

Eu queria devorar meu exemplar devidamente autografado e comentar correndo, porém...

Eis o motivo do atraso: como entrei de férias este mês (oba!!), me dei ao luxo de só ler por puro prazer, entre parquinhos e passeios com meu filhote, portanto, sem pressa nem de comentar... e nessa onda "deixa a vida me levar"estou lendo uns 3 livros ao mesmo tempo e não estou postando nada.....Too Bad!!!! kkkkkkkkk

Bem, prometo me redimir postando tudinho...mesmo que atrasado :-)

Para quem leu "Transição Planetária", também do Divaldo, ditado pelo mesmo espírito, a lembrança do Rabino que liderava uma verdadeira legião de espíritos nas regiões umbralinas permanece vívida na memória. Esta história é retomada neste segundo livro, no qual, a entidade acaba liderando um "ataque" a uma casa espírita que recebe toda ajuda necessária, inclusive, para o resgate deste espírito e muitos dos seus aliados que eram, na verdade, subjugados por longos processos de culpa e degradação que acabam por anular a própria personalidade. 

O livro não trata apenas da continuação da trajetória deste espírito, mas sim de todo um processo de organização dos espíritos encarregados de nos auxiliarem na nossa própria trajetória rumo a uma Nova Era. 

Isso, porque esta não se fará de fora para dentro, somente por meio de catástrofes ou qualquer outro evento de impacto, mas sim de dentro de cada um de nós para o mundo como um todo. A maior mensagem deste livro, na minha modesta opinião, foi que toda ajuda está a caminho, mas além de pedir por ela, é preciso abrir as portas e janelas para que ela nos alcance em nosso íntimo, fazendo brotar a gentileza e a compreensão, no lugar das mágoas e ressentimentos que nos embrutecem a alma.

Então, como diz aquela canção já batida para os que, como eu, estudaram em colégio católico...

"Abra bem as portas do seu coração e deixe a luz do céu entrar..."!

Amei o livro, em especial, as mensagens ditadas por Bezerra de Menezes e por São Francisco, todas muito lindas!

Destaco uma passagem de uma oração realizada por Francisco de Assis e transcrita já no final do livro, às págs. 238/239, por que penso que ela sintetiza tudo que precisamos neste momento:

"Divino Pastor das almas terrestres!

Vinde, por misericórdia e compaixão, ao abismo onde nos encontramos, a fim de retirar-nos das escarpas em que seguramos antes da queda total. 
Transformai a vossa cruz de amor em ponte que nos alcance do tremedal ao planalto salvador, facultando-nos a libertação.
Distendei  vossa coroa de espinhos transformados em elos fortes da corrente de segurança para que unam a nossa à vossa sublime existência.
Alargai o vosso olhar sobre a Terra em transição dolorosa, de modo a diminuir as dores que se generalizam e a todos alcançam, convidando aqueles que choram à reflexão em torno do excelso bem, neles inspirando o anelo pela paz e pela ventura que logo mais tomarão conta do planeta. (...)
Tomai dos nossos mais nobres pensamentos e entretecei a grinalda de sabedoria que nos deve exornar a fronte, auxiliando-nos em todas as decisões imortalistas.
Santo, que sois, conferi-nos a vossa bênção de carinho, a fim de que o nosso roteiro de urzes transforme-se em senda de sublimação.
E perdoai-nos a pequenez e a pobreza em que ainda nos encontramos, sem possuirmos nada para oferecer, exceto o próprio ser a serviço do vosso Nome"

Para que dizer mais??

Fica a dica de uma leitura renovadora:



sábado, 13 de abril de 2013

Uma trilogia espírita!

Hoje quero comentar a continuação de uma série de 3 livros espíritas que finalmente terminei esta semana!! (uhuuuu!!!)

Há um tempinho atrás, já havia feito um post sobre o primeiro livro o "Despedindo-se da Terra", psicografado por André Luiz Ruiz, ditado pelo espírito Lucius, da IDE editora (Instituto de Difusão Espírita). 

Fiquei devendo um comentário sobre a continuação da série composta de outros dois livros do mesmo autor, com os títulos "Esculpindo o próprio destino"e "Herdeiros do Novo Mundo". 

Na verdade, pelo que constatei depois, eles são uma série sobre o mesmo pano de fundo: o período de transição da Terra, que deixará de ser um planeta de provas e expiações, e por isso não poderá mais abrigar muitos dos espíritos que atualmente ainda permanecem a ela ligados, em uma última e derradeira oportunidade de crescimento. 

Muito embora este seja este o contexto, os livros abordam situações totalmente distintas e quem quiser pode até não ler nesta ordem certinha do primeiro ao terceiro, porque os personagens são diferentes e as mensagens também.

O segundo livro, chamado "Esculpindo o próprio destino", parte do velório de um grande político no cenário brasileiro para abordar as circunstâncias de sua morte e as consequências nefastas de uma série de responsabilidades assumidas pelo mal desempenho do cargo público que ocupava, explicando não apenas o destino deste espírito nas regiões umbralinas, mas também todo o processo de manipulação deste pelas teias da obsessão que se estabelecia já durante a própria vida e continuaria após a morte, numa espécie de escravização do espírito (que medo!).

Em paralelo, o livro compara suas atitudes com a de outros personagens que passaram por sua vida e que de alguma forma foram sendo afetados pelas suas decisões equivocadas. Uns aceitando a dor e lutando para superar as decepções e dificuldades com verdadeira dignidade e resignação; outros revoltados e orgulhosos, prontos para cometer os mesmos equívocos. 

Neste livro, o que achei mais interessante foi perceber que ninguém salva ninguém, nem mesmo os amigos espirituais, que todos temos, pois deve partir do indivíduo a busca pela salvação. Há que existir uma centelha divina a brilhar naquele ser, um pensamento ou sentimento bom em seu coração, capaz de permitir a chegada do socorro, um arrependimento verdadeiro em sua alma sofrida. Cada um pode aproveitar a mesma situação, como uma doença, por exemplo, para crescer ou para rebelar-se, ficando estacionado no erro. A cura do corpo e da alma só depende de cada um de nós, de nosso merecimento.

Por outro lado, o "Herdeiros do Novo Mundo" é um aviso, uma notificação de despejo, uma forma expressa de convocar à mudança. O livro não deixa dúvidas quanto aos entraves encontrados pelos que pretendem continuar por aqui: o orgulho e o egoísmo. É preciso arrepender-se sinceramente da conduta inadequada, cultivar a humildade sincera, praticar a verdadeira caridade, doando de si mesmo ao próximo. 

E no fim das contas ainda nos adverte que não são os centros espíritas um campo neutro imune às manipulações dos planos inferiores...ao contrário, nos convida a analisar se a nossa conduta dentro e fora dos centros está na sintonia dos princípios cristãos.

Eu fiquei desolada assim que terminei de ler, mas acho que resisti a essa leitura justamente porque sabia que seria esse o ponta pé no traseiro que eu precisava, para sair de mim e voltar a pensar minhas atividades com mais objetividade. O que estou fazendo pelo outro? quais são minhas prioridades? Trato minha funcionária como gostaria de ser tratada pelo meu chefe? Será que não reclamo demais? JULGO demais? CRITICO demais? Será que utilizo meu patrimônio para gerar os benefícios a que se destina ou desperdiço tudo que ganho em futilidades? Estou exemplificando uma conduta adequada para o meu filho? Eu tenho orado e vigiado? Basta viver sem fazer o mal? Eu preciso fazer o bem! 

A gente tece comentários e dá espaço a certos pensamentos tão inúteis...

Destaco uma passagem que me fez desejar ser muda:

"(...) Não use sua boca para as condutas levianas do Espírito, maldizendo pessoas, criticando suas vidas, fazendo fuxicos sobre condutas alheias, comentando os erros dos outros. Ao melhorar o que existe em seu coração, sua boca emitirá sinais luminosos do Bem que já habita em você. Esse é um dos exercícios diários que nunca devemos nos esquecer. Falar só o BEM, porquanto o mal não é assunto para quem deseja melhorar de verdade". (pág. 522/523)

Por fim, o livro termina com uma frase do Evangelho que resume minha maior dificuldade:

"Bem aventurados os MANSOS, porque eles herdarão a Terra".

E assim, sigo na minha constante luta comigo mesma pela humildade, calma, temperança, paciência, tolerância e todas as virtudes que preciso tanto desenvolver se quiser ficar por aqui...pelo menos eu já tenho consciência da minha deficiência...é o primeiro passo....rsrsrsrsrs

Recomendo muito essa série! Os três livros são um banho de luz e de água fria ao mesmo tempo! São um alerta que precisa alcançar o maior número de pessoas!! Vamos à luta!!

Boa leitura!

Segue o link para cada livro na ordem certinha!













quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Só Jesus!

Gente,

   A maternidade pode ser a melhor coisa do mundo, mas quem inventou aquele lance de padecer no paraíso devia estar no último trimestre da gestação! Foi só virar o cabo do sexto mês e toda minha esperança de ter uma boa noite de sono foi ficando cada vez mais distante da realidade. Resultado: durante o dia fico morta de cansada, de péssimo humor e doida para comer um chocolate! Tudo isso tem tornado as leituras mais esporádicas e este blog negligenciado... bateu até um sentimento de culpa, afinal também sou muito maternal em relação a ele! 
   Bem, por conta de uma semana complicadinha em que não consegui nem ir ao estudo do evangelho de quinta-feira (o que me faz muita falta!), acabei escolhendo uma leitura com efeito pra lá de calmante: o livro  "Jesus no Lar", obra psicografada pelo médium Chico Xavier e ditada pelo espírito Neio Lúcio, editada pela Feb (Federação Espírita Brasileira). 
   É um livro de fácil leitura porque foi ditado em vários tópicos, com mensagens sobre temas variados, portanto, quem lê aos poucos (como eu atualmente) pode escolher uma página por semana sem perder o fio da meada. Ele apresenta lições passadas por Jesus aos apóstolos durante as famosas reuniões noturnas na casa de Pedro. Como os ensinamentos partem de questionamentos dos próprios apóstolos, a maioria deles tem tudo a ver com as dificuldades de "gente como a gente"na prática de princípios cristãos no seu cotidiano, como a caridade, o amor ao próximo, a compaixão, etc...
   Eu me identifiquei muito com várias páginas e recomendo fortemente a leitura do livro, principalmente, pela paz que ele traz ao ambiente quando lido em voz alta. Quando terminei de ler hoje a última mensagem fiquei especialmente emocionada com uma oração que vem descrita como a última feita por Jesus antes de partir, encerrando aquele período de reuniões edificantes na casa do pescador. 
   Para provar que não é coisa de grávida que se emociona a toa, vale a pena transcrever a página 211:

"Pai, 
Acende a tua Divina Luz em torno de todos aqueles que te olvidaram a bênção nas sombras da caminhada terrestre. Ampara os que se esqueceram de repartir o pão que lhes sobra na mesa farta. Ajuda aos que não se envergonham de ostentar felicidade ao lado da miséria e do infortúnio. Socorre os que se não lembram de agradecer aos benfeitores. Compadece-te daqueles que dormiram nos pesadelos do vício, transmitindo herança dolorosa aos que iniciam a jornada humana. Levanta os que olvidaram a obrigação de serviço ao próximo. Apieda-te do sábio que ocultou a inteligência entre as quatro paredes do paraíso doméstico. Desperta os que sonham com o domínio do mundo, desconhecendo que a existência na carne é simples minuto entre o berço e o túmulo, à frente da Eternidade. Ergue os que caíram vencidos pelo excesso de conforto material. Corrige os que espalham a tristeza e o pessimismo entre os semelhantes. Perdoa aos que recusaram a oportunidade de pacificação e marcham disseminando a revolta e a indisciplina. Intervém a favor de todos os que se acreditam detentores de fantasioso poder e supõem loucamente absorver-te o juízo, condenando os próprios irmãos. Acorda as almas distraídas que envenenam o caminho dos outros com a agressão espiritual dos gestos intempestivos. Estende paternas mãos a todos os que olvidaram a sentença de morte renovadora da vida que a tua lei lhes gravou no corpo precário. Esclarece os que se perderam nas trevas do ódio e da vingança, da ambição transviada e da impiedade fria, que se acreditam poderosos e livres, quando não passam de escravos, dignos de compaixão, diante de teus sublimes desígnios. Eles todos, Pai, são delinquentes que escapam aos Tribunais da Terra, mas estão assinalados por tua justiça soberana e perfeita, por delitos de esquecimentos, perante o infinito bem".

   A mim só resta o "que assim seja..." já que estou sempre cometendo esses "delitos do esquecimento"!

   Boas leituras!