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segunda-feira, 10 de fevereiro de 2020

Havaí seja aqui...HO'OPONOPONO

      Ano passado participei de uma montagem de um espetáculo da Cia Musical, onde faço aula de canto e de teatro quando consigo, aí em uma das cenas uma amiga tinha que que falar olhando para mim: "tudo vai dar certo, porque vc merece! Vc fez tanto Ho'oponopono..." e essa fala dela não saía por nada!
        Ela não conseguia falar a palavra, engasgava e a gente ria até não poder mais.
      Eu que não sou boba nem nada, já conhecia o tal ho'oponopono de uma das sessões de terapia com a Maria Tereza que tinha me apresentado a essa técnica havaiana que, na verdade, é mais um estilo de vida, muito focado no presente, na sintonia com a gratidão, que vai aos poucos apagando registros e memórias negativas associadas a crenças limitantes, por exemplo.
       Era dessas coisas que passam por você e não recebem a devida atenção.
      Até aquele momento.
     A gente custou tanto a acertar a cena, que no final das contas eu não conseguia pensar em outra coisa.
       Até porque tudo que diz respeito ao Havaí exerce em mim uma atração incrível.
     Não é à toa que esse era o o meu destino dos sonhos na adolescência, foi a primeira viagem internacional que pude escolher sozinha, minha viagem dos 15 anos, cheia de descobertas, muito mais sobre mim mesma, mas também sobre o mundo, sobre tudo que estava além da minha zona de segurança e tudo que eu ainda queria descobrir pela vida a fora.
    Eu amei aquele lugar, as pessoas, aquela sensação de que eles tinham uma filosofia de vida inteiramente diferente, em conexão com os elementos da natureza que ali nas ilhas são muito fortes, às vezes indomáveis, como um vulcão. Eles compreendem isso como uma benção e uma lição sobre o nosso tamanho no mundo, a nossa necessidade de se unir para sobreviver e respeitar algo maior que nós mesmos, tirar uma força, uma energia desses elementos que estão ali nos aproximando de Deus.
      Eu nunca esqueci a sensação de estar ali e simplesmente não pensar em mais nada olhando pro céu.
     Também a minha vida era mais simples...rsrsrs
     Não importa. Aquela é uma sensação a se cultivar.
     Eu ainda busco ela toda vez que mergulho no mar.
    Tudo isso para dizer que fui ler sobre o Ho'oponopono e, como não poderia ser diferente, tudo que li sobre essa sabedoria havaiana de cura me encantou. 
     Ela é baseada em um mantra: Sinto muito, perdão, obrigada, eu te amo.
     Que vc vai dirigir a você mesmo, ao seu Eu superior, quando uma memória ruim está atrapalhando o seu progresso, ou um acontecimento ou conflito se mostra difícil de superar, ou mesmo quando a vida apresenta um desafio que vc já conhece sabe que é uma dificuldade sua e precisa se fortalecer para conseguir transmutar alguma coisa e seguir em frente.
    Se o conflito é em um relacionamento é útil para que vc fique em paz com aquela situação, muito embora nem sempre a resolução dependa unicamente de uma das partes, com certeza emanar boas energias só pode ajudar os envolvidos.
   O que vc estará fazendo ao dizer estas frases é apenas dirigir-se a Deus ao Universo, a você mesmo, agradecendo pela oportunidade da vida, por esta situação ou memória ter sido criada, afinal, trouxe à luz algo que agora vc pode trabalhar e melhorar, mas se perdoando também e libertando aquela energia, aquele sentimento ruim que se originou daquele acontecimento, para seguir em frente, aprendendo, fazendo novas tentativas, criando relações diferentes, mandando vibrações diferentes, no padrão mental que vc deseja ter no momento presente.
   Não existe relacionamentos, famílias, amizades ou ambientes de trabalho perfeitos, o que existe, sim, por outro lado, são pessoas lidando cada uma com suas dificuldades, suas frustrações, suas alegrias, seus medos, suas conquistas e superações.
   E a gente pode o tempo todo escolher a vibe com a qual sintonizar hoje e a memória a deletar amanhã. Nesse processo de seleção, decisão e sintonia o ho'oponopono é uma ferramenta à disposição de qualquer pessoa, um estilo de vida, nada a ver com religião, por exemplo, que pode ser praticado diariamente, nem que seja apenas mentalmente, como uma oração. Seu minuto de paz diária pode render bons frutos.
    Esses são os livros que achei sobre o assunto e adorei! Um deles trata também da constelação familiar que ainda não fiz, mas já me disseram que é uma técnica terapêutica maravilhosa, mas isso é assunto pra outro post. Fica dica.






quinta-feira, 5 de setembro de 2019

Conectados...e como isso pode ser bom!

Esse é o primeiro post deste ano (vergonha!)

Mas eu posso explicar o porquê.

Em 2018, eu tive um ano atribulado...desses que passam e a gente fez tudo no piloto automático, sabe? E lá pelo fim do ano decidi tudo que não queria mais e estabeleci algumas metas, como todo mundo faz, para o ano seguinte e comecei a correr atrás delas!

Tudo envolvendo o propósito de viver mais intensamente, com mais prazer, me dedicando ao trabalho que gosto de realizar, mas buscando novas oportunidades de aprendizado na carreira que escolhi, dividindo melhor o meu tempo, aproveitando com mais qualidade o tempo com os filhos, mas encontrando o tempo que precisava para mim, para ver os amigos, saber deles, me doar a quem eu admiro, com quem queria conviver mais, fazer viagens que sonhava há tempos...cuidar da minha aparência, pintar o cabelo, ouvir minha nova música favorita, enfim, fazer o que me desse vontade sem ter a menor preocupação com o olhar crítico externo.

E aí veio 2019: com trabalho em um lugar novo, totalmente diferente do que eu imaginava, tão leve que me permitiu muito mais do que pensava; veio uma amiga de infância estreitar nossos laços novamente, me levando para conhecer a dança do ventre, me curando com suas sessões de barras de acess; veio um convite por whatsapp de uma terapeuta e amiga para ir para o Egito relembrar um conhecimento adquirido lá há tantas vidas; veio uma amiga nova me falar sobre tethahealing; veio um livro me explicar o que, afinal de contas, estava acontecendo nesse ano...em que um acontecimento ia emendando no outro, como se respondessem aos meus anseios.

O livro "A Matriz Divina" do Gregg Braden foi recomendado por uma amiga, Deborah Souza, que conheci no Egito e passei a admirar e seguir no youtube. Ela tem um canal chamado Consciência Tetha que eu simplesmente adoro, com muitas boas indicações de leitura.

Eu comecei por este e não foi por acaso.


Ele respondeu tudo que eu sentia mas não estava entendendo exatamente como estava acontecendo.

Eu tinha decidido tão firmemente na minha cabeça o que eu queria que fosse diferente em 2019, que o Universo foi me atendendo das maneiras mais diferentes (às vezes totalmente diferente do que eu tinha planejado, sabe?) e eu fui topando. Eu simplesmente aceitei todos os convites que tive vontade de aceitar. Me recusei a deixar a dúvida entrar, o medo também bateu na porta várias vezes( e confesso que foi difícil) mas também nem deixei entrar. Eu fiz o que me deu vontade e tudo ao meu redor teve que se ajustar a isso (e esse tudo envolvia pais em vias de se aposentar, dois filhos pequenos, marido, casa, trabalho e todas as contas que todo mundo tem pra pagar, aquele pacotão completo!).

E o mais engraçado é que como eu estava decidindo fazer tudo com alegria, as pessoas ao meu redor também se contaminavam por esse sentimento e ficavam meio curiosas pra ver o que ia dar. Em nenhum momento eu ouvi uma palavra de desânimo, ou se disseram, eu simplesmente deletei (pode ser também...porque eu sou dessas...rsrsrs).

Aos que perguntavam: com quem as crianças vão ficar? eu respondia: Eles têm pai! 

Fim de papo.

E vida que segue! 

Lendo o livro fica fácil perceber como somos todos criadores da nossa própria realidade. Cada pensamento, cada decisão que tomamos firmemente quanto à nossa vida, quanto ao modo como vamos nos sentir em relação a alguém, como vamos nos portar em relação a uma situação, muitas vezes determina como os acontecimentos vão se desenrolar dali para frente. Se a coisa vai fluir ou empacar de vez.

Ninguém tem o poder de tirar a nossa paz, só nós mesmos. 
Ninguém tem o poder de tornar sozinho um ambiente pesado para todos, mas cada um de nós pode tornar ele mais leve.

Estamos todos conectados de alguma maneira por essa grande matriz divina que podemos ajustar, modificar, co-criar a todo momento, a maneira como nos comportamos, aquilo que emanamos para o mundo, pode mudar não apenas a nossa vida, mas contribuir para quem está a nossa volta.

Os tempos podem ser difíceis para todos, no que diz respeito ao cenário político e econômico, mas o que determina se você será pessoalmente afetado pela crise ou não, se a prosperidade e a alegria podem existir na sua casa, mesmo neste cenário coletivo, é a sua atitude diante dele. 

Libertar-se de crenças limitantes, expandir a consciência, mudar de sintonia, chame do que quiser, mas só uma reforma interior pode transformar o exterior. É preciso acreditar na vida que queremos ter, simples assim.

E quando a gente termina de ler esse livro dá uma vontade louca de perguntar: como ninguém me contou isso antes?

Bom, eu to contando pra todo mundo que eu encontro.

O Universo está aí pronto a responder à sua criação.

O que você tem pensado sobre você? sobre o seu autovalor? sobre os seus sonhos, aqueles de infância ou outros, sonhos novos? Deixe-se surpreender por eles...é tão bom! 

Aceite convites e retribua mensagens! Sinta aonde eles querem te levar! o que eles estão sinalizando?

No mínimo você pode descobrir que tinha uma vontade danada de dançar! Ou de correr! ou de cantar! 

E talvez tudo isso te torne mais leve.

Uma mãe mais leve, uma profissional mais feliz com o que faz todos os dias, uma mulher mais interessante, uma amiga mais divertida, uma irmã menos crítica.

Quem sabe? Que crença vamos modificar hoje? 

Universo, me surpreenda... que eu ADORO surpresas e 2019 ainda não acabou!